segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

David Meireles

AUTOBIOGRAFIA

Meu nome é David M. Meireles nascido no dia 24 de junho de 1993. Nasci em são Francisco do Pará, tenho três irmãs.
Estou cursando o primeiro ano do ensino Médio. Sou filho de Raimunda Marlene Alves Monteiro, e de Laurenio do Nascimento Meireles.
Pretendo fazer faculdade, mas estou estagiando em mecânica.
Meu grande sonho é ser lutador de box ou ser dono de uma academia.
Estudo na escola José Edmundo de Queiroz.


O lavrador de café



Representa um trabalhador de lavoura de café. Os pés e os braços grandes significam a força que pratica durante o trabalho na lavoura.
A sua expressão indica que há muito trabalho pela frente. Aparentemente, ele estava fazendo limpeza no terreno onde seria outra plantação de café.
Nesta imagem sabemos que só há um homem trabalhando, mas sabemos também que mulheres trabalham nas lavouras, todos tem a mesma característica.

A vida de Paula Lobato

Paula Lobato

Nasceu no dia 16 de setembro de 1991, na maternidade do povo.
Filha de Paulo Sérgio com Joziane Costa E descendente de índio.
Sua infância foi meio que conturbada....
Aos três anos, teve que sair de sua terra de perto de seus familiares .....com a ausência de seu pai, sua mãe teve que acompanha-lo em suas viagens ...
Em 2006, voltou ao Pará . ,Com a morte de seu pai, sua mãe, desempregada, teve que batalhar para sustentar sua família.
Como era muito esforçada, começou a trabalhar para ajudar sua mãe .
Trabalhou durante 4 anos na casa de sua tia, depois conseguiu se reerguer ......
Depois de tantos sacrifícios, começou a lutar pelos os seus estudos ... batalha pelos ao seus ideais ... Hoje tem muitos planos paro futuro.... Estudar fora e poder dar uma vida melhor pra sua família...........




Análise da obra Os retirantes


Os retirantes são pessoas que sofreram com fome e assim tentam se refugiar migrando de um lugar para o outro.
Assim a obra nos passa a imagem do que está acontecendo ao nosso redor.
Podemos notar o quanto a humanidade sofre com crises de fome no mundo.
Os personagens que podemos ver nos dá a impressão de uma grande pobreza...as pessoas magras com um ar de miséria, e a enorme barriga das crianças com sintomas de doença.
E suas expressões de tristeza, fome, miséria.
O fato do céu estar cinza é que a miséria tomou conta, assim só há fome, desgraça.. e morte.
Os urubus indica que a morte os cerca.
Fim........

Luã Wanderson

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MENINO DE OURO

Luã Wanderson nasceu no hospitaL Anita Gerosa, em 1992 em 16 do 6. Sua infância não foi muito boa, seu pai faleceu em 2000 e com este acontecimento sua infância não foi nada boa.
Seus pai são Josè Wanderley Costa Brito e Lindonor Costa Brito.
Com o falecimento de seu pai, sua infância foi muito sofrida com dores e muitas saudades, ele perdeu seu pai com 9 anos .
Na sua adolescência conseguiu superar suas dores e seu sofrimento e resolveu estudar para dar uma vida melhor para sua mãe e sua Irma Luana Wanessa, de 14 anos. Ele se dedica a seu estudo para ter uma vida melhor. Passa pelos preconceitos e barreiras da vida pessoal.
Hoje ele é um jovem de 17 anos que ainda luta contra o preconceito e as barreiras para ter uma vida honesta e feliz.
Seu sonho: ser um policial.


ANÁLISE DA OBRA o LAVRADOR DE CAFÉ
GOSTEI DA FOTO DO LAVRADOR DE CAFÈ.
ELE REPRESENTA OU FAZ LEMBRAR DA ESCRAVIDÃO E DO RACISMO CONTRA OS
NEGROS.
MOSTRA O TRABALHO NA ROÇA TAMBÉM. ESSA IMAGEM REPRESENTA ESSAS COISAS PRA MIM. OS PÉS E AS MÃOS DO LAVRADOR DE CAFÈ OS PÈS DO LAVRADOR DEMONSTRAM QUE NA EPOCA ERA MUITO TRABALHO NA ROÇA, A SSIM
ELES FICAVAM FORTES FISICAMENTE E
NA EPOCA NÃO HAVIA LUVAS NEM BOTAS, POR ISSO OS PÈS E AS MÃOS GRANDES.
A EXPRESSAO NO ROSTO MOSTRA CANÇASO E INFELICIDADE E ATÉ MEDO. OS TIPO DE TRABALHOS QUE ELES ESTAO FAZENDO E DE TRABALHO NA ROÇA, NO CAMPO E NAS FAZENDAS .
SÃO A PENAS HOMEM QUE ESTÃO TRABALHANDO, PRAMIM, NA EPOCA ELES NÃO ERAM HOMEM, ELES ERAM TRATADOS COMO ANIMAIS, COMO BICHOS, POIS ELES ERAM ESCRAVOS.
NA EPOCA ELES TODOS TINHAM A MESMA CARECTERÌSTICA PORQUE ELES NÃO TINHAM ESCOLHA, ELES NÃO PODIAM ESCOLHER O TIPO DE EMPREGO. O ÙNICO EMPREGO ERA A ROÇA NA EPOCA.

LUÃ WANDERSON COSTA DE BRITO NUMERO ((( 29 )))

Autobiografia do Anderson

Meu nome é Anderson tenho 15 anos nascido em 17 de Maio de 1994, no hospital na grande Belém, filho de paraense gosto de jogar futebol, de jogar vídeo game, de estudar em primeiro lugar para decidir meu futuro no mercado de trabalho e adquirir novos conhecimentos.
Meu jeito de ser: calmo, alegre, brincalhão e o que eu não gosto é de repetir de série. Eu quero ser engenheiro mecânico.
Os fatos que me marcaram foram os golaços que eu já fiz e as séries que eu já passei.
Na 8ª série, quando fiz a olimpíadas de matemática e passei para segunda fase da prova que tinha 20 questões e eu acertei apenas 5 questões e não me classifiquei para outra fase.
Análise de Olavrador de café


É a foto de um lavrador de café que apresenta vários cafezais em uma área muito extensa, e com os braços e pés grandes são de muitas dores e inchaço de tanto trabalhar nos cafezais o dia inteiro plantando e colhendo sementes de café no sol e na chuva e não paravam nem para se alimentar e nem descansar em nem um momento.
Nesta fotografia mostra ele muito triste e também sujo e fraco com uma enxada na mão pensando que ele vai ter que plantar e colher para sustentar a sua família já com muitas dores no corpo.
Todas as pessoas são iguais a ele, pés e braços
inchados porque só tinha essa forma de trabalho, se eles não trabalhassem, eles iriam morrer de fome por causa que a vida de lavrador era muito difícil.

Gabriel Amorim

Minha autobiografia

Meu nome é Gabriel Amorim da Luz, Nasci em 07 de setembro de 1993. Tenho 16 anos, moro em Marituba, com meus pais e tenho seis irmãs, agora sete com meu primo morando comigo.

Gosto muito de jogar bola no final da tarde e também de estudar. Trabalhei de churrasqueiro, mecânico e estudo a tarde na Escola Estadual de Ensino Médio José Edmundo Queiroz. Tenho bons amigos, bons professores e pretendo terminar o ensino aqui. Estou no primeiro ano.

Gosto de passear com os amigos muito “loko” e também com a minha família. Me divirto muito no final de semana com a galera.

Sou muito feliz e muito vaidoso. Adoro minha vida, namoro muito.

Tenho fé em Deus e gosto de ir à igreja. Já fui evangélico.

Adoro comer pizza à noite e gosto de tocar toco teclado e adoro música, principalmente de banda de rock.

Está estória foi escrita pelo Gabriel Amorim

Sites: http://pjedmundoqueiroz.blogspot.com


Análise da obra O lavrador de café

Essa foto representa um lavrador de café que trabalhava o dia inteirinho para sustentar sua Família que era muito pobre, os pés e os braços grandes significavam muita força.

Eles expressam muita dor e sofrimento, naquela época eles sofriam muito trabalhando para sobreviver , eles faziam muita força os pés e os braços são de muita dores ficavam inchados de tanto trabalhar. Eles plantavam e colhiam o dia todo colhendo sementes de café no sol ou na chuva não paravam nem descansavam nem um momento são homens trabalhando.

Todos tem as mesmas características de um lavrador. Nessa foto, mostra um deles sujo fraco e triste, pensando principalmente na sua família. Naquele tempo, só existia trabalho de lavrador, não existia outra opção de trabalho. Era dificil conseguir água e comida, então essa era a vida do lavrador de café, muito difícil.

Sheyla Cristina

AUTOBIOGRAFIA
UM ESPETÁCULO QUE SE CHAMA VIDA
MEU NOME É SHEYLA CRISTINA DUARTE DE AZEVEDO, NASCI NO DIA 05-09-1993, NA CIDADE DE ICOARACI E ATUALMENTE MORO EM MARITUBA.

VIM MORAR COM OS MEUS AVÓS COM TRÊS DIAS DE NASCIDA, POIS MINHA MÃE NÃO QUIS ME CRIAR E MEU PAI ABANDONOU ELA AINDA GRÁVIDA DE MIM.

A MINHA INFÂNCIA TEVE SEUS LADOS BONS E RUINS COMO DE TODA CRIANÇA, EU CREIO...

COMO MINHA EDUCAÇÃO FOI BOA, EU SEMPRE SOUBE O QUE ERA CERTO E O QUE ERA ERRADO. EU NÃO ERA UMA MENINA ''ESPEVITADA'', SEMPRE FUI ''CALMA'', GOSTAVA DE DESENHAR E PINTAR; LER E ESCREVER...

DURANTE A MINHA INFÃNCIA NUNCA QUEBREI O BRAÇO, PERNA, NA VERDADE, NUNCA GOSTEI DE BAGUNÇA.

SE NA MINHA INFÃNCIA, MEUS AVÓS PEGAVAM NO MEU PÉ, NA ADOLESCẼNCIA NÃO MUDOU NADA. E COMO TODO ADOLESCENTE, EU ADORO OUVIR MÚSICA, SAIR COM OS AMIGOS E ÁS VEZES EU GOSTO DE TER UMA HORA SÓ PRA MIM, LONGE DE TODO MUNDO, NO MEU CANTO.

HOUVE PONTOS BONS QUE MARCARAM A MINHA VIDA E ESSES FORAM: O REENCONTRO COM O MEU PAI E OS AMIGOS QUE FIZ.

E TAMBÉM HOUVE MOMENTOS DIFÍCIES NO QUAL NÃO GOSTO DE LEMBRAR, MAS NÃO TEM COMO FUGIR DA REALIDADE E UM DESSES ACONTECIMENTOS FOI A MORTE DO MEU GRANDE AMIGO GILVANDRO.

PARA MIM, EU ALMEJO UM FUTURO MARAVILHOSO. SONHO EM ME FORMAR EM MEDICINA, E PODER DAR UMA VIDA MELHOR A MINHA MÃE.

TENHO A VELHA MANIA DE ROER UNHAS E NÃO CONSIGO DE JEITO NENHUM CONVIVER COM MENTIRAS.

SOU MUITO EXTROVERTIDA E OPRE QUE ME DEIXA FELIZ É SABER QUE POSSO AJUDAR AS PESSOAS QUE PRECISAM DE MIM. E O QUE ME DEIXA PROFUNDAMENTE TRISTE È BRIGAR COM AS PESSOAS QUE EU AMO, SER ENGANADA E QUANDO GRITAM COMIGO.

ESSA É MINHA HISTÓRIA E ESPERO QUE TENHAM GOSTADO.

AUTORA:SHEYLA CRISTINA DUARTE DE AZEVEDO



OS RETIRANTES: OBRA DE PORTINARI


OS RETIRANTES ERAM PESSOAS NORDESTINAS QUE SOFRIAM COM A SECA E A MISÉRIA DAQUELES TEMPOS. E ELES ESTAVAM SAINDO DO NORDESTE E INDO PARA OUTRO ESTADO,ONDE NO CONCEITO DELES PODERIAM TER UMA VIDA MELHOR.


NA IMAGEM VEMOS UMA FAMILIA POBRE, MAGRA COM CRIANÇAS DESNUTRIDAS, COM ROUPAS VELHAS E SEM SANDÁLIAS .

A FIGURA PASSA PARA A SOCIEDADE REFLEXÃO E ALGUNS PONTOS CRÍTICOS COMO POR EXEMPLO: OS URUBUS QUE ESTÃO CERCANDO A FAMÍLIA QUE ESTÃO SENDO ATRAÍDOS PELO MAU CHEIRO POR CONTA DE MUITAS PESSOAS MORTAS PELA FOME.


O ESTADO DO CEARÁ É ONDE MAIS SE ENCONTRA PESSOAS NECESSITADAS E DESNUTRIDAS.


UM OUTRO PONTO MUITO INTERESSANTE É O CÉU QUE ESTÁ PINTADO DE CINZA, QUE REPRESENTA DUAS COISAS: UM TEMPO RUIM, COM MORTES POR CAUSA DA SECA OU PODE SER A CHUVA QUE ESTÁ VINDO.


E PODEMOS OBSERVAR TAMBÉM O LUGAR ONDE ELES ESTÃO QUE RETRATA A FOME E A MISÉRIA, QUE NÃO TEM COMIDA NEM ÁGUA.


PODEMOS DIZER ENTÃO QUE ERA CRÍTICA A SITUAÇÃO, NÃO SÓ DOS RETIRANTES, MAS COMO DAS OUTRAS PESSOAS QUE CONVIVIAM COM A MISÉRIA.


A EXPRESSÃO DOS ROSTOS DOS RETIRANTES É MARCADA PELA DERROTA DO POVO NORDESTINO.


SHEYLA CRISTINA

Klein Cordeiro

Autobiografia
Tema: vida feliz


Klein cordeiro ferreira nasceu no dia 14 de abril do ano de 1993, filho de Maria Célia dos Reis Cordeiro e Raimundo Rodrigues Ferreira filho, sua idade 16 anos.

Sua infância foi uma fase muito importante para ele, porque segundo klein marcou muito sua vida.

Klein acha que a sua adolescência esta sendo muito legal. isso porque ele acha esta fase de sua vida muito interessante. para ele a
adolescência e uma fase onde há um pouco mais de liberdade e isso tem seu lado bom e seu lado ruim.

Klein é uma pessoa fora de série. Ele é uma pessoa que leva tudo para lado da brincadeira. e uma pessoa muito esforçada.

Ele fica muito alegre quando tem ao seu lado
verdadeiros amigos, mas fica triste quando os que dizem ser seus amigos falam mal dele pelas costas, principalmente, aqueles que dizem ser seus amigos de verdade.

Os fatos importantes que marcaram sua vida foi o nascimento do seu único sobrinho e a cura de um problema de saúde que ele tinha.

Obs.: ele gosta muito de
futebol

Bom isso é um pouco da minha vida espero que tenham gostado

fim
Autor: Klein cordeiro ferreira


Os retirantes - Minha análise



Os retirantes eram nordestinos que sofriam muito com a fome e com a seca.


O que a obra nos mostra ainda esta presente na nossa sociedade, pois a fome e a seca ainda são problemas constantes em alguns países como, por exemplo, a Africa, que sofre muito com esses problemas. Temos também no BRASIL o ceará que é um estado que sofre muito com a seca constante. Isso provoca a perda das terras, os lagos secam e a seca provoca a morte de animais como o gado.


AS pessoas mostradas na obra de PORTINARI são pessoas desnutridas, fracas, que quase não se aguentam em pé. Estão em um local onde não há nada para se comer e nem beber.


A expressão retratada nos rostos das pessoas na obra de PORTINARI é de tristeza, fome e sede.


O céu cinza representa o tempo ruim por causa da seca, e pode retratar também o número grande de mortos que tinha no solo. Os urubus retratam que há pessoas mortas naquele local e por isso os urubus são atraídos pelo mau cheiro dos corpos que já estão apodrecendo.


OBS: Eles estavam indo a caminho de uma vida melhor


autor:klein cordeiro ferreira

Anderson Andrade Da Silva

Autobiografia de Anderson Andrade

Meu nome é Anderson Andrade, nasci em 15 de setembro de 1993. Sou branco, alto, tenho cabelos pretos e olhos castanho escuro. Moro com meus pais e tenho dois irmãos
Estou no 1ª ano do ensino médio e estudo no colégio José Edmundo de Queiroz.
Gosto de malhar e jogar bola e vôlei. Gosto também de sair com meus colegas, trabalhar e também de namorar.
Sou um cara muito persistente, quando eu quero algo vou atrás. Meu sonho é me formar em Medicina e ter uma linda esposa.
Sou organizado e tenho mania de estudar escutando música . Nos finais de semana gosto de sair com meus amigos para festas e ir à praia.
Minhas qualidades são : sou um cara amigo sou inteligente sou persistente sou organizado sou vaidoso sou orgulhoso.
Meus defeitos sou um pouco irresponsável e também orgulhoso e gosto de me amostrar.


Análise da obra Os retirantes






Os retirantes são pessoas humildes que provavelmente vieram do sertão onde trabalhavam muito e ganhavam pouco por isso a imagem reflete varias pessoas que aparentemente estão com fome e pelo fato de ganharem pouco não tem o suficiente para alimentar toda sua família.


Os personagens dessa obra são pobres e não tem o que comer por isso comem qualquer coisa que encontram não se importando se tem várias bactérias ou não aumentando o número de vermes em seu estômago (na foto você pode observar um garoto com o seu estômago inchado por causa das várias vermes que existem).


A expressão deles indica que estão passando fome, miséria.


Os urubus que os rodeiam significa que em futuro bem próximo eles acabarão morrendo e seus corpos apodrecerão e serão devorados pelos os urubus famintos.





  • Esse documento foi redigido por:Anderson Andrade Da Silva.


José Alberto júnior

Biografia do Júnior

Júnior nasceu no dia 3 de dezembro de 1993, filho de José Alberto com Maria Dileia. Hoje tem a idade de 16 anos, aos 5 anos começou seu estudo numa escola perto de sua casa onde começou sua educação aprendendo muitas coisas. Em 2005, cursou a 5ª série. Era muito esforçado. Em SUA ADOLESCÊNCIA tinha mania de escrever muito, seu costume de todo dia era ler alguns livros que deixava ele muito alegre. Ele era capaz de sempre surpreender com suas atitudes de querer sempre tentar resolver seus problemas obtendo soluções que mudaria pensamentos de outras pessoas, mas tinha uma coisa que o deixava muito irritado: era que mexessem em suas coisas, mas era muito bagunceiro.

Análise da obra O Lavrador de Café

Representa uma extensa área de plantação de café. Os braços e os pés fortes significa o quanto o trabalho é pesado e a força de carregar tantas sacas de café e de muito serviço que ele pratica durante o dia inteiro. A exposição ao sol reflete em sua pele a cor intensa. A expressão indica que esta cansado de tanto trabalhar e o sofrimento que ele transmite para aqueles que praticam o trabalho no campo, este trabalho braçal de plantação de café não é só para homens, mas também mulheres, nem todos tem a mesmas características, alguns trabalham mais e não.


Autobiografia de Anderson

Meu nome é Anderson tenho 15 anos nascido em 17 de Maio de 1994,no hospital na grande Belém,filho de paraense gosto de jogar futebol, de jogar vídeo game, de estudar em primeiro lugar para decidir meu futuro no mercado de trabalho e adquirir novos conhecimentos meu jeito de ser calmo,alegre,brincalhão,o que eu não gosto é de repetir de série eu quero ser engenheiro mecânico e os fatos que marcaram foi os golaços que eu já fiz,e as séries que eu já passei e na 8ªsérie quando fiz a olimpídas de matemática e passei para segunda fase da prova que tinha 20 questões e eu acertei apenas 5 questões e não me classifiquei para outra fase.

Análise da obra O Lavrador de café

É a foto de um lavrador de café que apresenta vários cafezais em uma área muito extensa. Os braços e pés grandes são de muitas dores e inchaço de tanto trabalhar nos cafezais o dia inteiro plantando e colhendo sementes de café no sol e na chuva e não paravam nem para se alimentar e nem descansar em nem um momento. Nesta fotografia mostra ele muito triste e também sujo e fraco com uma enxada na mão pensando que ele vai ter que plantar e colher para sustentar a sua família já com muitas dores no corpo.

Todas as pessoas são iguais a ele pés e braços inchados porque só tinha essa forma de trabalho, se eles trabalhassem eles iriam morrer de fome por causa que a vida de lavrador era muito difícil.



Alunos do Projeto