segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

AUTOBIOGRAFIA LUIZ

Nasci no dia 29/06/1993, no Hospital da Santa Casa de Belém, no estado do Pará.
Minha infância foi junto com os meus primos, nós jogávamos futebol todos os dias.
Comecei a estudar quando tinha 4 anos e meu primeiro colégio foi o Girassol, quando passei para a primeira série fui estudar no São José, depois vim para o Edmundo, onde estudo até hoje, faço o primeiro ano.
Minha familia é formada por mim e meus irmaos, Yan, Rodrigo e meus pais Jose Luis e Edna.
Eu gosto de jogar bola com os meus amigos e video game. Eu não gosto de estudar, mas não vou parar, vou repetir de ano e vou levar uma bronca dos meus pais.
Já briguei várias vezes na rua. Empino pipa, saio todos os dias para rua à noite.

Lucélia Martins

AUTOBIOGRAFIA DE LUCÉLIA

O meu nome é Lucélia Martins. Meus pais são Edmilson Cardoso e Lúcia Martins. Minha mãe é cametaense e meu pai é belemense. Nasci no dia 17 de julho de 1994, na cidade de Ananindeua.
Tenho dois irmãos: um de dez e outro de vinte anos. Moro atualmente em Marituba, quando criança morei em Santa Isabel do Pará e em Caméta.
Lembro pouco de minha INFÂNCIA, mas lembro muito bem que brincava com minhas duas prima, pois não tenho irmã. Eu era um pouco sapeca, não é a-toa que tenho duas cicatrizes. Minha infância foi ótima. O fato de não ter irmã não afetou muito, mas se tivesse, creio que seria melhor, não culpo meus pais por isso, pois tenho amigas e primas e algumas são como irmãs.
Da minha infância e adolescência não tenho muito que reclamar. Tive praticamente tudo o que quis, meus pais sempre me deram AMOR, COMIDA, DIVERSÃO, ROUPAS, etc...
Não me considero metida nem orgulhosa, ao contrario, me considero simples ate demais.
Tenho mania de roer unhas, morder os lábios e gosto de ouvir MÚSICA, CANTAR, ESTUDAR e etc.
Me deixa triste ver as pessoas que amo sofrendo e não poder fazer nada e fico muito indignada com a incompetência de alguns POLÍTICOS que prometem tanto e não cumprem nada.
Sou sensível, sincera, sonhadora, inteligente e bonita, é claro.
Se pudesse mudaria o mundo, pra melhor claro. Acabaria com a VIOLÊNCIA, com as DROGAS, com PRECONCEITO, acabaria com tudo de ruim, mas como não posso, faço o possível para melhorar .
Vários fatos importantes marcaram minha vida e um deles foi o acampamento para jovens que aconteceu na igreja onde participo. Foram três dias de espiritualidade, e pra mim, foi ótimo.
Sou CATÓLICA e participo do Ministério Renascer, que é um grupo de canto da igerja onde participo.
Desde criança, sempre quis ser médica e esse desejo se aprofundou ainda mais quando ganhei minha cachorrinha. Hoje tenho três cachorros e quero exercer a profissão de MEDICINA VETÉRINARIA e vou conseguir se DEUS quiser.


Análise de O lavrador de café


Representa um escravo trabalhando em um cafezal. Podemos perceber diretamente que ele possui braços e pernas grandes que caracterizam o grande esforço que ele realiza trabalhando.
A expressão dele indica o grande sofrimento com a fome, com o desrespeito, com a escravidão, etc...
Ele realiza vários trabalhos coletando café, trabalhando na roça e etc...
Podemos perceber o terreno árido, com montanhas, o céu ensolarado, características da região do Nordeste.
No horizonte, percebemos as montanhas que aparentam não ter fim.
Ao fundo, vemos um trem que exporta o café retirado pelos lavradores.

Autora: Lucélia Martins de Andrade

História da Letícia

BIOGRAFIA
Meu nome Leticia, tenho 15 anos, nasci em 07.01.1994. O nome da minha mãe é Angela e do meu pai é Josué.
Sou uma menina muito dedicada no que eu quero. Gosto de conversar com meus amigos, não gosto de pessoas falsas.
A minha infância foi uma das coisas mais legais que eu passei. Sempre fui uma menina sorridente. Eu gostava muito de brincar de boneca e de professora, só que o tempo passou tão rápido que eu fiquei logo adolescente.
Na minha adolescência tudo mudou, porque eu fui conhecendo coisas novas, novas amizades , tudo de bom.
Sou evangélica, gosto do que sou, porque quem tem na vida Jesus tudo muda. Ele é o meu grande amigo, sem ele eu não sou nada.
Eu gosto de quase de tudo: de estudar,de passear, de conversar, outras coisas. Essa minha história de quase tudo que eu faço, gosto da minha infância e da adolescência.
Análise de Os retirantes
Os retirantes são pessoas que vivem muito na pobreza, passam fome, são pessoas que não cuidam de si próprias, deixam-se viver numa miséria grande de fome.
A relação que eu faço com a fome é que cada dia vem se agravando mais nos países. A fome é uma das coisas mais preocupante para as pessoas que vive no mundo.
Elas são umas pessoas muito feias por causa da fome, pele toda marcada pela miséria que eles passam no dia-à-dia.
A expressão Indica muito sofrimento e tortura, porque naquele lugar aonde eles estão é um lugar muito imundo onde eles ficam com peles ressecadas e ficam sujos.
Nessa paisagem há um clima muito feio através dessas pessoas com fome, tem também muitos urubus voando em cima deles, fica uma paisagem muito triste para as pessoas que veem.
Aqueles urubus significam que eles estão passando muita fome, estão muitos magros, aparecendo os ossos. O que eu vejo é muito triste para mim.

Kelly Jaqueline

Autobiografia

Meu nome é Kelly Jaqueline Chaves Vasconcelos. Tenho 16 anos, nasci em mil novecentos e noventa e três, em Belém. Sou do signo de libra, minha mãe se chama Maria da Conceição e meu pai se chama Jorge Vasconcelos.
Sou uma menina bastante extrovertida e adoro fazer novas amizades, meu hobby favorito e ouvir música e ler livros de contos e fábulas, gosto muito de pessoas. Pretendo ser advogada porque acho essa profissão bastante interessante, mas sei que pra chegar lá tenho que batalhar, porque na vida nada é fácil, mas os sonhos não são impossíveis, basta acreditar.
Sempre que posso nos finais de semana vou à praça ou casa de amigos ou então fico em casa assistindo à um belo programa com a família.
Sou uma pessoa equilibrada , inteligente e sincera. Dou muito valor à amizade e ao amor, gosto tanto de sonhar que as vezes pareço que vivo uma vida de filme .
Adoro navegar na net principalmente nos sites de relacionamento como o orkut porque o orkut você pode ser quem você quiser,mas é preciso ter bastante cuidado pra não entrar numa fria.
Gosto de pessoas como eu, alegre e alto astral, não gosto de pessoas que só vivem de mau humor.
Pra mim a amizade é fundamental mais eu sei bem escolher pessoas que realmente posso confiar.

Análise de O lavrador de café

Trabalhador que se dedicava ao seu trabalho e que tinha que mostrar sua dedicação na limpeza.
Os braços grandes representa a força que eles tinham que ter com a enxada para limpar tudo o que estava ao seu redor.
Os pés grandes dele representa que ele tem que andar muito.
A expressão que ele mostra é de uma pessoa cansada, com o corpo forte, mas um esgotamento físico e a mente cansada.
Ele esta trabalhando na plantação de café.
São apenas homens que trabalham por causa da força que tem que ser feita com os braços.Nem todos têm a mesma característica, pois depende do desenvolvimento de cada

Kaique Matheus


Sou KAIQUE MATHEUS CASTRO CABRAL, nasci em 07/02/1995, na capital do estado do Pará (Belém).
Tenho 14 anos e estou cursando o 1° ano do ensino médio.
Minha infância foi muito boa, pois podia brincar e ser feliz como qualquer criança deseja.
Não posso falar muito da minha adolescência, pois ela começou há pouco tempo, porém este pouco tempo tem sido muito vantajoso, conheço muitas pessoas e faço novas amizades.
Eu gosto muito de brincar, jogar bola, rir, conhecer novas pessoas, tenho algumas manias como ler boa parte do que eu vejo (como em revistas, jornais, etc).

O lavrador de café

Essa figura representa um homem trabalhador que no momento está trabalhando no cafezal.
Aparentemente seus pés e braços estão inchados de tanto ele trabalhar.
A sua expressão indica que provavelmente ele está triste, pois os trabalhadores de cafezais geralmente ganham muito pouco e por isso não podem sustentar uma família.Ele é apenas um homem trabalhando sozinho no cafezal

Graciane de Oliveira

Autobiografia
A vida de uma sonhadora
Meu nome é Graciane Oliveira , nasci no dia 10 de outubro de 1993, na cidade de Ananindeua, no Estado do Pará. Sou filha de Mãe paraense e Pai maranhense. Hoje tenho 16 anos e moro em Marituba, município do Pará .
Minha infância não foi muito bem como eu esperava, pelo fato de meus pais não terem um lugar certo para morar. Quando completei um ano de idade, fomos morar em Bom Jardim, no Maranhão.
Aos cinco anos, tive que me mudar mais uma vez para um interior próximo a cidade de Cachoeira do Piriá. Lá eu fiz vários amigos e consegui iniciar meus estudos, mas não demorou muito tive que parar de estudar, porque sofri um acidente e quase morri de traumatismo craniano.
Aos seis anos, voltei à escola novamente e até hoje nunca mais precisei sair. Quando fiz dez anos, me mudei novamente para Castanhal e lá sofri outro acidente e quase fiquei cega. Logo em seguida vim morar em Marituba, que é onde moro até hoje.
Sou sincera, sonhadora, meiga, sensível e adoro fazer amizades, amo saber que sempre tenho uma pessoa para confiar .
Tenho o costume de escrever e ler poesias e versos, principalmente, quando estou triste e, o que me deixa mais triste, é brigar ou ficar longe das pessoas que eu amo. O que me deixa feliz é saber que tem alguem que acredita e confia na capacidade dos meus sonhos.
Pretendo ser uma grande advogada no futuro, e enquanto isso, vivo tentando realizar meus sonhos mais bobos.
Gosto de fazer planos nos finais de semana com família e amigos.
Um dos fatos que ficará marcado pra sempre na minha vida será o encontro de jovens que participei nos dias 25 a 27 de setembro de 2009. Foi maravilhoso porque eu me senti mais realizada, minha mente está livre e leve após ter me entregado somente para DEUS. Senti e tenho certeza que meus planos e pensamentos pertencem somente a Deus.
Se algum dia a felicidade bater em sua porta, não vire as costas, pois pode ser Deus que veio te chamar.
Autora: Graciane Oliveira Passos


Análise de O lavrador de café


A figura mostra as dificuldades e os meios dos lavradores de café.
Os braços e pés grandes representam a força e o sofrimento para a sobrevivência. É preciso força e coragem para utilizar esse tipo de instrumento em seu serviço.
Podemos perceber o tamanho das dificuldades ao ver que não são apenas os homens que trabalham como lavradores, as mulheres também. Ao vermos isso, percebemos que a vida não é tão fácil como nós imaginamos, muitas pessoas sofrem com os fatos que as levam a trabalhar no pesado devido a falta de estudos, a falta de emprego e a falta de dinheiro, principalmente. Tudo o que eu estou escrevendo agora não é só o que a imagem antiga representa , e sim a realidade de um mundo cruel , onde aqueles que um dia alcançaram um vida digna, se esquecem que também já desejaram um prato de comida durante o dia e não apareceu ninguém para lhe dar. Não estou apenas dando uma suposição, e sim falando a realidade dos fatos que vemos e encontramos no mundo da miséria e da fome

Kelly do Socorro

Kelly do Socorro

Nasceu no ano de 1991 do mês 03. Nasceu na cidade de Cametá, morou lá até os seus 09 anos, depois se mudou para cidade de Marituba.
Começou estudar na escola Nossa Senhora da Paz, estudou nessa escola quatro anos, depois passou para escola José Edmundo de Queiroz.
Seu comportamento é reconhecer as maneiras como melhorar as atitudes de um pensamento errado.
As suas alegrias e ver sua família feliz, as suas atitudes às vezes lhe deixa também muito feliz, o que lhe deixa triste é ver tanta destruição.As suas vontades e conseguir seus objetivos.


Os Retirantes


Foi o quadro que mais chamou a minha atenção, porque passa uma mensagem das pessoas que vivem extrema precariedade, que não tem dinheiro nem pra uma refeição, mostra pessoas magras, crianças descalças que aparentam estar com muita fome.
Também esse quadro foi pintado com cores bem intensas dando um tom meio escuro pra dá idéia de trevas.

O Portinari era bem criativo em suas obras fazendo as pessoas mergulharem dentro dos quadros e imaginarem diversas coisas.

A realidade de hoje é bem parecida com as pessoas dos retirantes, principalmente nos países mais pobres que desigualdade social é bastante freqüente.

No céu tem vários urubus rondando à procura de restos mortais de outros animais, tem uma mulher com o filho no colo e uma trouxa de roupa na cabeça e um
Homem, como se eles estivessem indo embora à procura de um lugar melhor.

Jaderson de Santana

Autobiografia
Minha história, minha vida

Eu: Jaderson de Santana Barros, nasci no dia11.01.1994, em Benevides, cidade vizinha de onde moro atualmente .
Filho de: Rosa de Santana Barros e de Juvêncio da Costa Barros
Minha história: Em minha infância, ocorreram vários fatos. Entrei na escola aos quatro anos, quando criança
queria morar com minha irmã(Roseane), minha irmã mais velha a qual eu chamava de mãezinha. Passei uns bons tempos na casa dela .
Aos cinco anos, conheci Alessandra a qual tenho uma amizade até hoje.
Em 2005, com seis anos minha amiga perde seu pai,o qual era um homem muito legal. Sofri junto com ela e conheci o valor da vida. Descobri como valorizar a vida, pois pai e mãe só temos uma vez.
Aos poucos, fui crescendo e me tornando adolescente. Fiz meu orkut, ganhei vários sobrinhos a quem me dedico a cuidar como se fosse meus filhos.
Aos quinze anos, entrei para o ensino médio, é onde eu estudo atualmente, onde conheci vários amigos entre eles, Gilvandro, faleceu antes de completar o ano letivo. Ele era muito legal, brincalhão e parceiro, fiquei muito constrangido com sua morte.
Em minha casa, pelo menos eu, me acho certo, mais meus irmãos não, pois eles, a maioria pararam de estudar cedo.
Em minha vida familiar, sou um garoto que só vivo pensando no meu futuro, ás vezes, sei lá, dá vontade de ir embora de casa, meus irmãos são muito implicantes, implicam comigo por besteira, e eu também não sou de escutar muito, ai me estresso logo.
Penso muito assim: vou acabar com meus estudos e trabalhar, assim que eu estiver trabalhando eu sairei de casa, mas nunca deixarei de lado meus pais, pois agradeço a Deus por eu ter eles até hoje.
Minha história é essa.


Minha análise: Os retirantes

Por: Jaderson de Santana B.
Turma: 102 tarde

Pra mim a obra RETIRANTES representa o povo nordestino. Mostra também a necessidade que esse povo tem de abandonar seus lares, suas terras em busca de uma vida melhor no campo.
Mostra o sofrimento de um povo que vai a procura de comida, mas se depararam com a seca. Mostra também a pobreza que esse povo tem.
Mostra os urubus cercando essa terra em busca de alimento ou alguma coisa naquela área que morreu com a fome e o desmatamento.
O céu cinza e escuro mostra que não tem nuvens. É apenas um céu seco sem água, sem luzes e sem brilhos, no chão não há flores e nem plantas, o chão traz restos de ossos de gados e algumas pedras.
Nessa obra, mostra dois homens: eles têm a aparência de que viveram momentos tristes no sertão. Uma mulher que com uma sacola na mão representa que ela foi para o sertão em busca de uma vida melhor.
O olhar dessas pessoas são que eles já não tem mais esperança de viver a vida que eles planejavam. Mostra a magreza, o fracasso e com roupas rasgadas que não cobrem seus corpos.
Aparecem crianças, mais ou menos uns cinco, com o corpo deformado, magros, sujos, com BARRIGÃO, famintos e descalços.
Bom foi tudo que entendi.........

Florinda Santos: minha história

Autobiografia
MINHA HISTÓRIA

Meu nome é Florinda L. Dos santos, nasci no dia 05.06.1992, no hospital Anita Gerosa, no município de Ananindeua.
Nome do meu pai: Mário Antônio da Costa
Nome da minha mãe: Santana dos santos da Costa
Hoje tenho 17 anos.
Vou contar um pouco de minha infância:
Quando eu ainda era um feto, não queriam que eu viesse ao mundo, mas graças a Deus, apesar de todos esses fatos, hoje eu sou muito feliz, pois tenho o amor da minha família, tenho tudo que preciso e não me falta nada.
Minha adolescência: cresci no meio evangélico. Hoje eu sei o que é certo e o que é errado. Tenho outra mente, pois penso diferente. Sou muito calma, sou extrovertida, gosto de fazer amigos, sempre estou em boas companhias.
Minhas manias e costumes: gosto de me acordar tarde, comer exageradamente e gosto muito de ler e de cantar.
O que me deixa alegre é ver as pessoas felizes e poder ajudar meu próximo e o que me deixa triste é de as vezes não poder ajudar a quem precisa .
Sobre o meu futuro eu penso assim: eu quero terminar meus estudo e poder trabalhar .
O que marcou minha vida foi que me comprometi muito cedo, se eu fosse morrer amanhã, pediria perdão a Deus por todos os meu pecados.
E essa é minha história ...........................


Os retirantes

Por: Florinda L. Dos Santos
turma:102

Os RETIRANTES nos mostra a necessidade que um povo tem de abandonar sua terra em busca de uma vida melhor.
O olhar dessas pobres pessoas tristes que já não tem esperança por uma vida melhor. As partes do corpo que mostra que não tem pele e tem apenas ossos e músculos fracos e que as roupas estão completamente rasgadas.
No nordeste, o sofrimento é provocado pela natureza e o nordeste é o mais atingido por grandes secas que trazem conseqüências para os que trabalham em campos, enquanto isso o povo é o que mais sofre e a morte está presente em todo lado.
Os urubus estão rondando a área a procura de comida, no chão tem ossos de animais que habitavam naquele lugar.
Enxergo cinco meninos, dois homens e uma mulher que estavam com a certeza de que eles iam viver uma vida boa no sertão. O céu cinza representa a seca, onde não tem chuva.

Autobiografia da Fernanda

Ola , meu nome é Fernanda, tenho 15 anos e 1,55 de altura.
Sou muito feliz apesar de tudo que já aconteceu comigo, de todas as surras, todos os fracassos e de todos autos e baixos da vida.
A coisa melhor que aconteceu comigo foi quando eu comecei a trabalhar e ganhar o meu próprio dinheiro e comprar as minhas coisas sem depender de ninguém, mas não é fácil, a pessoa pena um pouco.
O meu maior sonho é ser atriz, eu espero um dia conseguir .
BOM É SÓ ISSO PESSOAL.

Alunos do Projeto